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segunda-feira, 17 de maio de 2010

"Pole Dance", um esporte sexy

Nas grandes metrópoles do mundo, celebridades como Kate Moss, Demi Moore, Jennifer Aniston e Natalie Portman modelam seus corpos praticando a "Pole Dance", a maneira mais sexy de fazer esporte em uma barra vertical.

A alemã Jeannine Wilkerling durante sua atuação na competição Miss Pole Dance de baile em barra em Amsterdã


Desde que Demi Moore rodou o filme "Striptease", a barra, intimamente ligada às "stripers" e aos espetáculos das casas noturnas, ganhou espaço nas academias sofisticadas, para que executivas, universitárias, advogadas, donas de casa e fotógrafas, assim como todas aquelas que queiram praticar esse esporte, pudessem modelar seus corpos.
Queimar calorias, tonificar os músculos e adquirir força são algumas dos benefícios da "Pole Dance", a Pole Dance, que conquistou muitas modelos e atrizes de Hollywood.
Agora a barra vertical deixa a clandestinidade e fica à disposição da "Pole Dance", a última sensação em Nova York, Londres e Paris para modelar pernas, braços, abdômen e dorso com seriedade. "A barra trabalha todo o corpo, inclusive alguns músculos que até então eram desconhecidos, mas de maneira muito divertida", conta Lola Martínez, instrutora dessa dança-esporte.
Para o bem da autoestima
Galina Troschenko, representante da Espanha, durante atuação na competição Miss Pole Dance no baile da barra em Amsterdã


É um esporte feminino e sexy, que aumenta a autoestima, corrige a postura, melhora a flexibilidade, ajuda a ter elegância no andar e ainda é divertido. "Os giros ao redor da barra, de maneira mais ou menos sensual, é só o princípio desta dança", acrescenta a monitora que dá aulas em La Casa Oro, em Madri.
Só com a barra e em uma hora de ensaio é possível queimar entre "300 e 500 calorias, dependendo do esforço físico empregado e do nível da "atleta", assegura Martínez, que após os alongamentos, começa a aula girando na barra.
"Logo em seguida, ela sobe na barra e começa a executar os exercícios, como giros rápidos, escorregadelas, cruzadas de pernas e surpreendentes acrobacias que parecem desafiar a lei da gravidade, sempre ao ritmo de uma música suave", conta a monitora.
A "Pole Dance", que combina movimentos de dança, yoga, pilates e alongamento, pode ser feita por mulheres de todos os estilos. Não é preciso ter habilidades esportivas, basta "vontade de fazer esporte em uma barra vertical". A idade também não importa, "tenho alunas de 50, 30 e 16 anos", diz Martínez.
As adolescentes menores de idade precisam de autorização dos pais para fazer as aulas. Não porque seja uma atividade só para adultos, mas porque ainda é vista por muitos com algo com conotação simplesmente sexual.
Diferente do que muitos pensam, esta atividade esportiva está mais próxima à acrobacia e aos movimentos aeróbicos do que dos espetáculos em boates, não tem nada a ver como mulheres nuas, nem bailes eróticos. "Para praticar essa dança, usa-se as mesmas roupas de qualquer outro esporte", pondera a professora.


>A monitora Lola Martínez dá aulas de Pole Dance em La Casa Oro, de Madri



Camiseta e short de algodão são as roupas ideais. "O short é um requisito imprescindível já que é preciso ter contato direto da barra com a pele, para ter aderência para subir na barra. Tecidos como a lycra escorregam".
Não é comum ocorrer lesões, "o maior incômodo costumam ser as queimaduras devido ao contato da pele com a barra, que surgem em algumas ocasiões". Em frente ao espelho, como em qualquer outro esporte de academia, não se veem corpos exuberantes, tampouco perfeitos. Para a prática só "é preciso concentração. A técnica e a força são adquiridas com o tempo", diz.
O sucesso é tanto que os profissionais e adeptos desse esporte no Reino Unido estão empenhados em conseguir assinaturas para que esta seja uma modalidade olímpica e tenha uma federação internacional.
Sua origem remonta ao Mallkhamb, uma dança tradicional indiana que consiste em dançar em um poste vertical com auxílio de cordas que surgiu há 250 anos. Nos anos 20, passou a fazer parte dos espetáculos em feiras americanas no interior de tendas, onde as mulheres faziam apresentações.
Devido ao espaço reduzido, essas dançarinas se aproximavam da barra que sustentava a tenda e a usavam como um elemento a mais no espetáculo. Com o passar do tempo, esse objeto ganhou espaço nos bares.
Nos anos 80, os espetáculos eróticos tiveram seu auge e as "stripers", além da cadeira e do solo recorreram à barra para aumentar o erotismo dos "shows". "Anos depois, foram as próprias dançarinas que acabaram criando a versão esportiva dos espetáculos eróticos", diz Martínez.
Fonte: Msn.com
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