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domingo, 23 de janeiro de 2011

Caminhar pode ajudar a reduzir desejo de fumar e de comer

Bastam 15 minutos de caminhada para diminuir "desejos" por junk food.
Caminhadas rápidas também diminuem os sintomas de abstinência do fumo.

Se sua promessa de Ano Novo é eliminar um mau hábito ou reduzir a quantidade de alimentos e perder alguns quilinhos, um truque simples, porém negligenciado, pode ajudar: caminhar. Quanto às estratégias de perda de peso, esta não é a mais glamurosa, mas estudos descobriram que uma caminhada acelerada ao redor do quarteirão pode aliviar significativamente os "desejos", seja por junk food ou acender um cigarro.

Num estudo de 2008, pesquisadores recrutaram um grupo de pessoas que comiam chocolate regularmente --indivíduos que comiam pelo menos duas barras de chocolate por dia-- e os fizeram passar por um período de três dias de abstinência. Então os pesquisadores dividiram os participantes em grupos, colocando-os para trabalhar em testes cognitivos difíceis para aumentar o nível de estress e tentando-os com barras de chocolate já sem embalagem.

Os pesquisadores descobriram que, se os participantes caminhavam por 15 minutos numa esteira, a um ritmo acelerado, mas sem ser cansativo, eles tinham muito menos probabilidade de sofrer de "desejos" e até apresentavam menor pressão arterial quando manuseavam barras de chocolate.

Em outros estudos, os cientistas observaram os efeitos de caminhadas rápidas sobre o desejo de fumar. Um estudo de 2005 mostrou que os fumantes que eram instruídos a se absterem do cigarro por um dia tiveram rápidas reduções na vontade urgente de fumar quando faziam caminhadas "de baixa intensidade, em seu próprio ritmo" por pelo menos 15 minutos.

Outro estudo, de 2007, mostrou que caminhadas rápidas não apenas reduzem a vontade de fumar, mas também os sintomas de abstinência, além de aumentarem o tempo entre um cigarro e outro.

Conclusão: Estudos mostram que uma caminhada acelerada pode aliviar o desejo de fumar e ajudar a combater um mau hábito.

Por ANAHAD OCONNOR
Do "THE NEW YORK TIMES"
Fonte: Folha.com 
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