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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Técnicas de alongamento



|Postado por: Pedro Henrique|


O desenvolvimento da flexibilidade: uma análise teórica de mecanismos neurais intervenientes
Resumo 
Este artigo objetivou apresentar e discutir os mecanismos reflexos da propriocepção, por serem estes, subjacentes ao desenvolvimento da flexibilidade. A literatura traz, de forma recorrente, que a melhoria dessa capacidade física é alcançada pela utilização sistemática dos exercícios (técnicas) de alongamento. Buscamos, portanto, elaborar um conjunto de interpretações teóricas, de como tais mecanismos neurais podem interferir, especificamente, nas possíveis respostas adaptativas do tecido muscular, considerando a aplicação de três tipos de alongamento.
Palavras chave: flexibilidade; propriocepção; alongamento; adaptação muscular. 
Revista virtual EFArtigos - Natal/RN - volume 02 - número 20 - fevereiro - 2005 

Marcos Bagrichevsky *
1. Introdução
A propriocepção pode ser conceituada como um conjunto de mecanismos, que nos permite manifestar a capacidade de perceber espacialmente, cada segmento corporal em particular ou o corpo como um todo, tanto em situações estáticas, como nas atividades que demandam movimento (dinâmicas).
O sistema proprioceptivo inclui, basicamente: receptores sensoriais que detectam e sinalizam as deformações mecânicas que ocorrem nos tecidos muscular e conjuntivo; fibras aferentes, responsáveis pela condução dos impulsos sensoriais até à medula; neurônios distribuidores, localizados em segmentos medulares e supramedulares, de onde partem os comandos excitatórios e inibitórios endereçados ao músculo; e fibras eferentes, que são as condutoras desses comandos (motores) até o músculo (Rothwell,1994; Enoka,1994; Kandel et al,1995).
Experimentos com animais e humanos já evidenciaram que, durante a aplicação sistemática dos estímulos físicos funcionais para desenvolver a flexibilidade – chamados de “alongamentos” – também acontecem alterações no estado mecânico do músculo e de tecidos adjacentes e, por conseguinte, no padrão de intensidade e freqüência da atividade reflexa proprioceptiva (Alter,1996; Krivickas,2001).
Apesar de tal correlação já estar bem estabelecida em investigações de caráter científico, por outro lado, parece que na esfera da intervenção profissional, nem sempre esses conhecimentos têm sido devidamente incorporados e correlacionados às situações práticas, que envolvem a escolha das estratégias metodológicas para desenvolver a mobilidade músculo-articular. De fato, não é novidade afirmar que boa parte dos pressupostos relacionados ao treinamento físico de algumas capacidades (incluindo a flexibilidade) ainda se fundamenta sobre bases empíricas.
O panorama traçado, me impele então a recomendar uma apreciação mais detalhada de tais mecanismos neurais (proprioceptivos), uma vez que são eles os potenciais moduladores das respostas adaptativas do tecido músculo-esquelético, no treinamento da capacidade muscular em questão.
Mapeado isso, tentarei estabelecer pistas que contribuam para a prescrição mais adequada dos exercícios de alongamento, considerando os diferentes objetivos e contextos para os quais podem ser recomendados.
2. Características do sistema propioceptivo
Sherrington, (1906) apud Evarts (1981), um dos pioneiros na pesquisa desta temática, definiu proprioceptores como “receptores profundos que reconhecem as ações do próprio organismo,...desde que...o estímulo ao receptor seja provocado pelo organismo,...”. Por sua vez, Rothwell (1994) e Kandel et al (1995) acrescentam que “os órgãos proprioceptivos sinalizam ao sistema nervoso central (SNC) sobre a posição relativa das partes corporais”. Eles informam sobre as mudanças estáticas e dinâmicas de um segmento do corpo em relação a um outro sem, contudo, perceberem a influência da ação da gravidade. Também são capazes de sinalizar as tensões às quais são submetidos músculos e tecidos adjacentes.
Segundo Enoka (1994), a função básica dos receptores sensoriais é prover o sistema nervoso de informações sobre o estado interno das estruturas orgânicas e do ambiente externo. O papel específico desses receptores é converter energia de naturezas diversificadas em impulsos elétricos, processo conhecido como transdução. Tais impulsos são enviados ao SNC para este monitorar o funcionamento de vários sistemas orgânicos; entre eles, o locomotor (músculo-esquelético).
Os principais parâmetros físicos da atividade muscular, regulados pelo sistema proprioceptivo, são modificações do comprimento das fibras e da tensão à qual elas são submetidas, além da velocidade na qual o tamanho dessas fibras se altera (Rothwell,1994; Enoka,1994; Kandel et al,1995).
3. Os propioceptores musculares e os mecanismos reflexos
O fuso muscular é um mecanoceptor de estrutura complexa, com formato fusiforme, situado no perimísio muscular e que varia de 0,5 a 13 mm de extensão. Compõe-se de quatro a dez fibras musculares intrafusais estriadas (FIF), envoltas na sua parte mediana por uma cápsula de tecido conectivo, contendo líquido no interior (Wei et al.,1986; Lehmkuhl & Smith,1987; Hunt,1990). Esta cápsula isola mecanicamente as fibras intrafusais (FIF) das fibras musculares esqueléticas, também chamadas de extrafusais (FEF).
O fuso é sensível às deformações mecânicas sofridas pelo músculo quanto ao seu comprimento e quanto à velocidade de alteração desse comprimento, atuando como um comparador desses parâmetros, entre ele e as fibras musculares circunjacentes. A terminação primária do receptor sinaliza a velocidade do estiramento e a extensão de suas fibras, enquanto a terminação secundária informa apenas a extensão fusal. Em relação à sua sensibilidade, essa estrutura exibe tanto propriedades fásicas (terminação Ia), quanto tônicas (terminações Ia e II) (Rothwell,1994; Kandel et al,1995; Hunt,1990).
Ao se submeter a um alongamento, o músculo promove o estiramento do fuso muscular (devido à disposição em paralelo com as FEF), estimulando, conseqüentemente, as terminações primárias e secundárias. Por outro lado, quando há contração da musculatura extrafusal, há diminuição ou anulação da ativação de tais terminações. Esses receptores controlam tal parâmetro por meio de um mecanismo de feedback. A estimulação das terminações fusais (input) produz um efeito excitatório sobre os neurônios motores alfa na medula, os quais, por sua vez, geram a retroalimentação do sistema, enviando comandos motores (output) para que a contração muscular ocorra, reduzindo desta forma, o comprimento do músculo estirado e a seqüência de descarga do receptor fusal (reflexo de estiramento ou monossináptico) (Hasan & Stuart,1988; Hunt,1990;Rothwell, 1994).
O órgão tendinoso de golgi (OTG) é muito menos complexo do que o fuso muscular, formado por delgadas ramificações neurais em forma de ramalhete com pequenos botões, encontrado em quase todos os feixes dos músculos esqueléticos. Situa-se tipicamente nas junções miotendinosas das fibras musculares. As terminações Ib de cada receptor estão contidas dentro de uma cápsula fusiforme rodeada por feixes de colágeno. Acredita-se que ele fornece o feedback da tensão na regulagem reflexa da contração muscular. Apesar de tal parâmetro ser monitorado por essse mecanoceptor tendinoso, nem todas as fibras musculares o possuem (Rothhwell,1994; Jami,1992; Kandel et al.,1995). Sua forma de ativação apresenta maior sensibilidade às forças (tensões) ativas do que às passivas.
Os impulsos emitidos pelo OTG são direcionados à medula por meio de axônios aferentes grossos (fibras Ib), de condução rápida. As informações alcançam essa estrutura, excitando os interneurônios inibitórios que, por sua vez, inibem os neurônios motores alfa do músculo homônimo, o qual se relaxa. Esse relaxamento sobrevêm à força tensional desenvolvida nas fibras esqueléticas, na perspectiva de respeitar o limite de complascência desses mesmos tecidos tensionados (reflexo de estiramento inverso ou tendinoso). Tal atividade pode ser considerada como um mecanismo de proteção, limitante do excesso de força exercido contra o tecido muscular.
Durante a seqüência de movimentos articulares, o reflexo tendinoso (Ib) atua em mecanismo combinatório com o reflexo de estiramento (Ia), para a eficiência da atividade muscular1.
4. Considerações gerais sobre a flexibilidade e as técnicas de alongamento
O treinamento dessa capacidade tem sido amplamente empregado, em campos de atuação diferenciados, demonstrando uma utilidade abrangente. Corroborando esta idéia, vários autores relatam a importância da inclusão de exercícios dessa natureza para a manutenção da aptidão física (Fox & Mathews,1991; Hamill,1995; Blair et al.,1994; Esnault et al.,1986; Alter,1996; Sharkey,1998), para o desenvolvimento da condição desportiva (Esnault et al.,1986; Alter,1996; Bompa,1994; Hamill,1995; Rosenbaum & Hennig,1995), para as terapias de reabilitação e para a profilaxia física (Alter,1996; Knott & Voss,1968; Hamill,1995; Rosenbaum & Hennig,1995; Sullivan et al.,1992).
Alter (1996) e Krivickas (2001) dimensionam flexibilidade como mobilidade articular, liberdade de movimento, ou ainda, amplitude de movimento angular de uma articulação ou de um grupo de articulações. Já, Hamill (1995) define-a como a faixa limítrofe do movimento de um segmento e afirma que ela é influenciada, principalmente, pelo tamanho efetivo dos músculos antagonistas e pelo nível de atividade neural do músculo, no momento que está sendo alongado.
A promoção de maiores níveis de flexibilidade ocorre pelo emprego sistematizado de estímulos denominados alongamentos, que são solicitações de aumento da extensibilidade do músculo e de outras estruturas, mantidas por um determinado tempo. Os alongamentos baseiam-se no princípio de ativação de fusos musculares e orgãos tendinosos de golgi, sensíveis às alterações no comprimento e velocidade e, na tensão dos músculos, respectivamente. Os impulsos destes receptores provocam respostas reflexas, que por sua vez induzem adaptações nas unidades musculotendíneas, as quais são benéficas para o ganho da mobilidade articular (Magnusson et al.,1996).
A flexibilidade tem sido caracterizada na literatura de duas maneiras: estática (manutenção de uma determinada faixa de alongamento, durante mais de cinco segundos, alcançada após lenta condução do músculo até o ponto especificado); e dinâmica ou balística (amplitude muscular aferida em movimento contínuo) (Alter,1996; Sharkey,1998; Blair et al.,1994).
As principais técnicas de desenvolvimento desta capacidade abordadas na literatura (Alter,1996; Barbanti,1996; Blair et al.,1994; Moore & Hutton,1980; Magnusson et al.,1996; Osternig et al., 1990; Sharkey,1998; Sullivan et al.,1992; Esnault et al.,1986; Knott & Voss,1968; Hamill,1995) são:
Alongamento ativo - É estabelecido pela atividade muscular do próprio indivíduo envolvido na ação, sem ajuda externa (figura 1a).
Alongamento passivo - Não ocorre contribuição ou contração ativa do sujeito submetido à ação, ou seja, o alongamento é totalmente promovido por forças externas, através do auxílio de um parceiro ou de um equipamento mecânico (figura 1b).
Facilitação neuromuscular propioceptiva (FNP) - Consiste basicamente de um processo seqüencial, iniciado por um alongamento passivo estático, seguido de uma contração isométrica de seis a dez segundos do músculo que é mantido alongado, e imediatamente após, aplica-se outro alongamento assistido de maior amplitude que o primeiro. Abrange também outras variações, associando, alternadamente, contrações excêntricas, concêntricas e isométricas, durante a estimulação de músculos agonistas e antagonistas. Segundo os autores citados no parágrafo anterior, tal técnica é baseada em importantes mecanismos neurofisiológicos, que incluem facilitação e inibição, resistência, irradiação, indução e reflexos. Knott & Voss (1968) concebem-na como um método que “promove ou ativa os mecanismos neuromusculares através da estimulação dos proprioceptores” (figura 1c).

figura 1. As técnicas de alongamento: a) Ativo; b) Passivo; c) FNP (modificado de Enoka,1994 e Alter,1996)
Em relação as técnicas descritas, é prudente e necessário afirmar que, todas elas geram algum tipo de estimulação nos proprioceptores. Etnyre & Abraham (1986) confirmam tal argumento, ao revelarem que as influências neurais homônimas (relativas ao próprio músculo) e recíprocas (relativas ao músculo antagonista), de receptores fusais e tendíneos, são habitualmente identificadas em todos os métodos de alongamento conhecidos. Em nosso ponto-de-vista, parece que a FNP é a que mais potencializa estas ações reflexas, devido as formas combinadas de solicitação funcional, supostamente mais adequadas.
Fox & Mathews (1991), Manno & Nicolini (1987), Blair et al (1994) comentam que no alongamento estático, ocorre maior possibilidade de aumento do número de sarcômeros em série, conseqüentemente, do comprimento muscular, devido ao maior tempo de exposição às tensões geradas no grau específico do estiramento, que se mantêm constante. Os mesmos autores preconizam também que, no alongamento balístico, a forma abrupta de solicitação muscular provocada pela estiramento dinâmico, ativa mais intensamente os fusos e, minimamente, os orgãos tendinosos. Com isso, estimula-se a contração dos músculos alongados, o que acarreta maior resistência na extensibilidade e provável aumento na dor durante o estímulo.
5. Análise relacional entre as técnicas de alongamento e os mecanismos propioceptivos
Intenciono apresentar uma abordagem que tenta elucidar, como cada estratégia de alongamento potencializa as respostas neurais proprioceptivas, as quais interferem nas propriedades musculares relacionadas ao aumento da flexibilidade. Essa descrição esquemática teórica observa a atividade reflexa das terminações Ia e Ib, frente as “manobras” metodológicas das técnicas de alongamento, já apresentadas e descritas (figuras 1a, 1b, e 1c). 
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Alongamento ativo estático

==>

O músculo é estirado lenta e voluntariamente até o comprimento no qual permanece mais de cinco segundos

==>

Os fusos são estirados e ativam terminações Ia e II


            


A amplitude muscular alcançada não é a maior possível

<==

Aumenta a resistência ao alongamento

<==

O Mn alfa envia comando motor ao músculo


Quadro 1. Atividade neuromuscular no alongamento ativo estático
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Alongamento ativo dinâmico

==>

O músculo é estirado rápido e voluntariamente até determinado comprimento, retornando em seguida ao tamanho original

==>

Os fusos são estirados e ativam terminações Ia


            



A amplitude muscular alcançada não é a maior possível


            

<==

Aumenta muito a resistência ao estiramento

<==

O Mn alfa envia comando motor ao músculo


Os elevados picos de tensão gerados nas fibras não ativam Ib e podem ser danosos ao tecido muscular


Quadro 2. Atividade neuromuscular no alongamento ativo dinâmico
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Alongamento passivo

==>

O músculo é estirado lenta e involuntariamente até o comprimento no qual é mantido mais de cinco segundos

==>

Os fusos são estirados e ativam terminações Ia e II


            



A amplitude muscular alcançada é maior do que a do alongamento ativo devido à aplicação da força externa

<==

Aumenta a resistência ao estiramento

<==

O Mn alfa envia comando motor ao músculo


Quadro 3. Atividade neuromuscular no alongamento passivo
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Facilitação neuromuscular propioceptiva (FNP)

==>

O músculo é estirado lenta e passivamente até o comprimento no qual é mantido mais de cinco segundos

==>

Os fusos são estirados e ativam terminações Ia e II


            



A tensão muscular resultante ativa a terminação Ib


            

<==

Aumenta a resistência ao estiramento

<==

O Mn alfa envia comando motor ao músculo


Interneurônio Ib inibe a ação do Mn alfa

==>

Comando motor promove o relaxamento do músculo

==>

Novo alongamento passivo é aplicado


            


A amplitude muscular atingida é maior do que a dos outros métodos devido ao mecanismo combinatório Ia e Ib


Quadro 4. Atividade neuromuscular no método F.N.P.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 6. Considerações finais
Os dados levantados no trabalho permitem deduzir que, com o conhecimento a respeito da mediação dos reflexos proprioceptivos, durante as solicitações mecânicas do tecido muscular, a partir da aplicação dos diferentes métodos de alongamento, é possível interferir no processo de INIBIÇÃO REFLEXA do músculo, minimizando-o.
Esse fato, por sua vez, é crucial para maximização das respostas adaptativas musculares desejáveis e dos ganhos específicos à capacidade, pois, potencializa o aumento da amplitude articular, através do incremento da extensibilidade do músculo e do número de sarcômeros em série e, do relaxamento das fibras esqueléticas.
O emprego combinado dos vários tipos de alongamento, pode produzir excelentes resultados, para os grupos ou indivíduos que requisitam o envolvimento da flexibilidade em suas atividades, desde que os parâmetros metodológicos das técnicas escolhidas sejam ajustados aos mesmos.
A questão tratada no texto é bem específica e faz parte de um amplo conjunto de fatores, que constituem a complexa problemática relacionada ao modo seguro de prescrever exercícios de alongamento, ao mesmo tempo em que se consiga obter as respostas fisiológicas mais otimizadas, em termos da capacidade física em questão. Nessa perspectiva, outros aspectos também necessitam de maior número de pesquisas, tais como o tempo (duração) e o nível de esforço (intensidade) adequado em cada alongamento, bem como número de vezes (séries) recomendado em cada sessão de treino.
É certo que as dúvidas em torno da prescrição do alongamento, nos vários contextos de aplicação desse tipo de trabalho muscular não foram esgotadas por este estudo. Por outro lado, ao apresentar e conceituar os fenômenos neurais da propriocepção e princípios metodológicos das intervenções práticas para aprimoramento da flexibilidade (buscando correlacioná-los), objetivei construir uma abordagem, que atentasse para além dos aspectos empíricos, que parecem ainda estar norteando parte do universo de profissionais da Educação Física e outras áreas ligadas à saúde, que utilizam esse tipo de exercício em seu cotidiano.


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Notas
* Professor do Curso de Educação Física da UNICASTELO/SP; Mestre em Educação Física (UNICAMP) e Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Saúde da Criança e do Adolescente pelo Centro de Investigação em Pediatria (CIPED/FCM/UNICAMP).
1 - Para maiores detalhes sobre o sistema proprioceptivo consultar, na íntegra a dissertação de mestrado do autor, intitulada “O papel da propriocepção no desenvolvimento da força muscular e da flexibilidade”, defendida na FEF/Unicamp em 1998
2 - Este artigo foi publicado originalmente na Revista Brasileira de Ciências do Esporte (v.24, n.01, set. 2002). 



Fonte: EFArtigos
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