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    Confira os alimentos que contribuem para aumentar os músculos e firmar o corpo, de acordo com a nutricionista

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terça-feira, 5 de maio de 2015

Atividade física de lazer aumenta a expectativa de vida em até sete anos

Exercício moderado pode ser mais eficaz para o tratamento de câncer


segunda-feira, 27 de abril de 2015

10 alimentos saudáveis que ajudam a aumentar os músculos

Crédito: Thaissa Carvalho

Confira os alimentos que contribuem para aumentar os músculos e firmar o corpo, de acordo com a nutricionista.


Ter um corpo saudável não depende apenas de exercícios físicos. Para aumentar a massa muscular, também chamada de massa magra, o consumo de alguns alimentos pode ser útil. De acordo com a nutricionista Cintia Azeredo, do Vita Check-Up Center, o ideal para conquistar um físico saudável é ter acompanhamento profissional, para definir a dieta mais adequada a cada organismo. É importante também fazer um check-up para verificar as condições do corpo para começar os treinamentos, sob acompanhamento de um educador físico. Como complemento, confira os alimentos que contribuem para aumentar os músculos e firmar o corpo, de acordo com a nutricionista. 

Frango 
Proteína é um dos nutrientes mais importantes para o crescimento e recuperação dos músculos e o frango (sem pele) é um aliado saudável, pois também tem pouca gordura, ao contrário de outras carnes. 

Ovos 
A clara do ovo também tem proteína (chamada albumina), sendo útil no ganho de massa magra. A gema também pode fazer bem para a saúde, por ter nutrientes que melhoram o sistema imunológico. 

Arroz e feijão 
Esta típica combinação brasileira apresenta aminoácidos (metionina e lisina) que auxiliam na síntese de proteína, atuando diretamente na melhoria do tecido muscular. Além disso, o arroz com feijão mantém estável o nível de glicose (o que diminui o risco de diabetes) e ainda auxilia na proteção contra as cáries. 

Banana 
A banana apresenta vários benefícios para a saúde, mas, para os músculos, sua importância está no auxílio na prevenção de câimbras, no fornecimento de energia, na redução do cansaço muscular e na preservação da massa durante os exercícios físicos. 

Beterraba 
A beterraba facilita a dilatação dos vasos e facilita a oxigenação e a absorção dos nutrientes pelos músculos. Esse trabalho é importante para que eles trabalhem mais facilmente e se desenvolvam melhor. 

Soja e derivados O benefício da soja para a saúde dos músculos provém do fato de ser rica em fibras, proteína e cálcio, além de outros nutrientes que atuam no equilíbrio hormonal e na redução do acúmulo de gordura no corpo. 

Melancia 
Comer melancia é uma boa opção para quem deseja ganhar massa muscular por ter vitaminas, sais minerais e, mais precisamente, um aminoácido chamado citrulina. Essa substância é benéfica no processo de cicatrização e recuperação da fadiga dos músculos. 

Batata-doce 
A batata-doce fornece energia aos poucos para o organismo, por ser um alimento de baixo índice glicêmico. Isso faz com que seja uma boa pedida para quem pratica exercícios por períodos longos, ajudando a manter saudável a massa muscular. 

Aveia 
Assim como a batata-doce, a aveia tem baixo índice glicêmico, ou seja, libera energia aos poucos e, por isso, é útil para os praticantes de atividades físicas longas. Ela ainda faz bem à saúde por ser rica em proteínas, fibras, vitaminas e minerais. 

Queijo cottage 
Rico em proteínas e cálcio, o queijo cottage é um aliado para manter bem os músculos e ossos. Além disso, por ter baixo teor de gordura, ajuda quem deseja eliminar os quilos extras.

Fonte: Exame

Dor depois da atividade física pode indicar danos ao organismo

Créditos da imagem: Rumo Certo

    A Dor Muscular Tardia, por exemplo, é a mais frequente e comum e se caracteriza pela sensação de dor, cansaço muscular com diminuição da elasticidade muscular e diminuição de força nos músculos utilizados. Isso ocorre por consequência de microtraumas causados no tecido muscular. 

Quem pratica natação, dança, futebol, musculação ou outro exercício com alguma intensidade provavelmente já sentiu fortes dores musculares, que podem indicar uma carga acima da capacidade individual. Os benefícios de realizar atividades físicas são conhecidos, mas, mesmo investindo no corpo, é preciso ter cuidado com os excessos.
Segundo o especialista em ortopedia e traumatologia e médico das Confederações Brasileiras de Boxe, Esgrima e Taekwondo Dr. Bernardino Santi, explica como a intensidade da dor pode revelar a efetividade do exercício. “Essa sensação de ‘músculo pesado’ pode significar que o exercício teve o efeito inverso e causou danos ao organismo.
Esse desconforto pode ocorrer logo após a atividade ou, até mesmo, alguns dias depois. Ele costuma aparecer quando há uma mudança, retomada ou aumento de intensidade na atividade, e seus efeitos, positivos ou negativos, variam de acordo com a intensidade da dor”.
A situação deve ser avaliada para cada caso. A Dor Muscular Tardia, por exemplo, é a mais frequente e comum e se caracteriza pela sensação de dor, cansaço muscular com diminuição da elasticidade muscular e diminuição de força nos músculos utilizados. Isso ocorre por consequência de microtraumas causados no tecido muscular. Mas este sintoma indica que, necessariamente, o exercício não fez bem ao corpo?

Entenda os mitos e verdades mais comuns sobre a dor muscular:
A dor muscular após exercícios é sempre negativa – MITO “A dor muscular que acontece após o esforço físico é diferente das lesões musculares. A dor leve após a atividade física é comum em muitos casos, mas, se for forte e ocorrer em pequenos esforços, pode significar que há lesões, entorses ou outras complicações sistemicas”.
Sentir dor após o exercício físico pode ser sintoma de outro problema físico – VERDADE “A dor pode significar uma série de quadros, incluindo lesões, como luxações, entorses, tendinite, distensão muscular, rupturas dos tendões ou ligamentos e fraturas. Esses são problemas mais sérios e podem ser consequência de excesso em intensidade ou carga de exercícios. A atividade física requer uma rotina e paciência para atingir resultados”.
Outros órgãos ou medicamentos podem ser responsáveis pelas dores – VERDADE “Não se deve nunca descartar problemas em outros órgãos ou sistemas que podem ser causadores dos desconfortos musculares. Alguns medicamentos anticolesterol podem causar estas dores musculares, portanto deve-se sempre avaliar o paciente individualmente”.
Há mais de um tipo de dor que seja possível sentir após atividade física – VERDADE “A dor aguda, que é outro tipo de dor, ocorre durante ou imediatamente após o exercício. Ela reflete sinais de fadiga e representa a consequência da produção de substâncias químicas decorrentes do exercício e que são eliminadas dentro da primeira hora de repouso”.
Sentir dor após a musculação é comum e o desenvolvimento muscular só acontece quando isso ocorre após o exercício – MITO “Este é um dos equívocos mais comuns. A dor não é necessária e o músculo pode crescer apenas com tensão e sem danos. A maioria das pessoas pensa que a sensação de dor é necessária para o crescimento muscular, mas é possível ganhar massa muscular sem sofrê-las, sejam elas leves ou intensas”.
Deve-se evitar o uso do músculo que está dolorido – MITO “A dor não é necessariamente um aviso para cessar as atividades daquele músculo. Exercícios posteriores aliviam as dores, apesar de agravá-las no início. É um sinal de que o corpo está se acostumando com a atividade. Caso a dor for muito intensa, a situação pode ser diferente”.
As dores musculares podem ser evitadas, mesmo com a prática de exercícios – VERDADE “Quando há regularidade e adquire-se condicionamento físico para treinamentos puxados, as dores tendem a diminuir ou sumir. Fazer alongamentos pode prevenir os atletas esporádicos de eventuais de lesões. Vale lembrar: a dor não é sinal de desenvolvimento da musculatura”.
Apenas o tempo pode curar a dor muscular – MITO “Alguns suplementos alimentares combinados com as vitaminas C e E podem ajudar na ação antioxidante e colaborar para o tratamento da dor. Outras ações como massagem suave no local, acupuntura, terapia com florais, compressas quentes e frias e shiatsu podem ajudar”. A dor muscular leve, após a prática de atividades físicas, é comum e não significa necessariamente lesão muscular. “Caso os sintomas de dor se agravem ou continuem por mais de cinco dias, um especialista deve ser procurado para indicar um tratamento e analisar mais profundamente o quadro, que pode significar um problema mais sério. Respeite os sinais de seu corpo e saiba dos seus limites”, observa o Dr. Santi.

Fonte: Site do Bonde

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Curso de Formação Continuada

No dia 22/04 o EdfisicaAlagoas foi convidado a promover um Curso de Formação Continuada no município de Piaçabuçu. O convite foi feito para o Professor Alan Moura e Pedro Henrique.




  • Publico alvo: Professores recleadores de ensino infantil e fundamental. 
  • Local: Ginásio de esportes Professora Mariza Leite 
  • Objetivos:
  • Contribuir para a formação e capacitação de recreadores, proporcionando aos participantes de forma prática a recreação atual para escolas e creches; 
  • Desenvolver bases para uma boa atuação pedagógica, melhorar desempenho profissional; 
  • Instrumentalizar profissionais para atuarem nas áreas do lazer e educação.

    Recreador: O profissional da alegria e do carinho Formação profissional do recreador; Liderança de pessoas e grupos; Desenvolvimento de competências essenciais para atuar na área. 
    Atividades de integração e sociabilidade: Brincadeiras e rodas cantadas diversas; Atividades e dinâmicas de integração e sociabilidade; Atividades lúdicas para fortalecimento afetivo e social de grupos, conhecimento do outro e de si, descontração e desinibição.
    Criação de jogos e Criatividade: Atividades e dinâmicas em grupo que visam despertar o pensamento criativo. 
    Dança recreativa: Conceitos e elaboração de atividades lúdicas com acompanhamento musical; Superando a timidez e a vergonha; Criando bases para uma boa atuação em público.
      Aprendendo com jogos cooperativos: Pedagogia da cooperação; Metodologia lúdica da educação; Jogos cooperativos; Atividades lúdicas para desenvolvimento de competências; Atividades lúdicas para treinamento de equipes; Criando um mundo onde se con-viva. 
    “Cabe” uma atividade aqui? Intervenções lúdicas para pequenos espaços e diferentes ocasiões:Atividades de salão; Atividades para ônibus; Atividades para chuva; Atividades lúdicas e jogos culturais; 
    Atividades recreativas para quadras esportivas: Jogos e brincadeiras com movimentação; Jogos e brincadeiras com e sem material.













Contato: edfisicaalagoas@gmail.com

Reativando

Olá leitores do EdfisicaAlagoas, durante um período ficamos sem publicar em nosso blog, estávamos apenas alimentando nosso Face (Clique aqui), mas, iremos voltar a fazer as nossas publicações.

Estamos com grandes novidades, nosso blog fez 5 anos de existência e queremos dividir a felicidade com todos vocês.

Abraço.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Carnivor















terça-feira, 19 de março de 2013

Produtos





sexta-feira, 15 de março de 2013

O Sorriso da Páscoa

Nos ajude,

Campanha "O Sorriso da Páscoa", iremos distribuir chocolates (caixas ou ovos), creme dental e escova de dente.

O dia será de brincadeiras, com caça ao ovo, oficinas, além de contar com a participação de profissionais onde eles irão explicar a parte de educação nutricional e dentária.


Contamos com a sua colaboração.
Para maiores informações:
Pedro: 9915-4207 (Tim) 8810-8294 (Oi)
Guto: 8829-1035 (Oi)
Bambam: 9146-2171 (Claro)

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Cãibras: é possível evitá-las?

|Postado por: Pedro Henrique|


Um fenômeno que atinge entre 30 e 50% dos esportistas e praticantes ocasionais de atividades físicas, a cãibra é uma contração muscular involuntária e que causa dor.

Em boa parte dos casos, ela ocorre em decorrência do exercício e impede o indivíduo de continuar na atividade. Quem já não assistiu a um jogador de futebol cair no chão durante uma partida, por exemplo? Sim, a cãibra ocorre até mesmo em atletas profissionais, cuja condição física é bem acima da média.

Mas afinal, é possível evitá-las? Para responder a essa pergunta, é preciso antes entender melhor a cãibra.

Onde ela é mais frequente?

A região mais atingida pelas cãibras é a das panturrilhas, seguidas pelos pés e pelos músculos posteriores da coxa.

Qual a sua causa?

É comum atribuir o fenômeno à desidratação e/ou perda de eletrólitos (sódio, potássio, etc.). Não há, porém, comprovação científica disso. Estudos indicam que o histórico familiar, episódios anteriores de cãibra, aumento da intensidade ou duração do exercício ou condicionamento inadequado para praticar a atividade estão associados à ocorrência das cãibras. Apesar de não haver evidências acerca da desidratação e perda de eletrólitos, esse quadro provavelmente aumenta o risco. Muitos maratonistas e triatletas, por exemplo, sofrem o problema no terço final das provas, justamente quando já perderam muita água e minerais através do suor.

Como preveni-las?

Uma revisão publicada em janeiro de 2013 no Exercise and Sports Sciences Reviews, mostra que o principal mecanismo desencadeador da cãibra é a fadiga. Então o melhor “remédio” para preveni-la encontra-se em:

- Estar bem preparado para realizar suas atividades físicas;

- Evitar entrar em exaustão, um quadro que eleva consideravelmente a chance de desenvolver cãibras.

Parece bem fácil evitá-las, certo? Portanto, procure orientação profissional para evitar exageros durante os exercícios. É a melhor forma de escapar do quadro.



Fonte: MINETTO, M.A., A. HOLOBAR, A. BOTTER, and D. FARINA. Origin and development of muscle cramps. Exerc. Sport Sci.Rev., Vol. 41, No. 1, pp. 3Y10, 2013.

Por Renato Dutra

Matéria publicada no Portal Veja

Alongamento: vilão com cara de mocinho?

|Postado por: Pedro Henrique| 


Especialistas contestam os benefícios do alongamento pré-atividade física.



“A maioria das pessoas acha que o alongamento resolve os problemas da humanidade”, diz Julio Serrão, coordenador do laboratório de Biomecânica da escola de Educação Física da Universidade de São Paulo (USP). Propagada há muito tempo como protetora de lesões, o alongamento foi preconizado a muitos atletas para antes e depois das atividades físicas – teoria que caiu por terra depois que alguns estudos mostraram que não é bem assim.

De acordo com o especialista em flexibilidade Abdallah Achour (http://www.flexibilidade.com.br/), de Londrina (PR), há dois tipos de alongamento: o estático, que vai até uma determinada posição, permanece alguns segundos e retorna à posição original; e o dinâmico, no qual se vai para a posição de alongamento lentamente e, sem parar, retorna lentamente. “Também pode-se acoplar os dois métodos, começando estático, permanecendo pouco tempo e dando continuidade no dinâmico”, ensina.

Segundo Serrão, o alongamento é um tipo de exercício que ajuda a flexibilidade, uma capacidade importante dos seres humanos, mas contesta que a discussão sobre seu uso para melhorar o desempenho ou a dor tardia não são verdades. “Na rotina de treinamento, quando o atleta quer ganhar flexibilidade, o alongamento pode ser usado, mas é importante destacar que outras práticas esportivas também levam ao ganho de flexibilidade, como o trabalho de força, com exercícios de amplitude de movimento”, explica.

“Há mais de 100 estudos apontando que, antes do esporte, o alongamento reduz até 5% da força e da velocidade máximas, mas esses estudos colocam um tempo exorbitante no alongamento. Se alguém ficar um minuto e meio, dois minutos num alongamento, vai mesmo perder força e velocidade, mas na prática ninguém faz isso. As pessoas ficam, no máximo, 10, 20 segundos”, contesta Achour. Para a saúde, para adquirir flexibilidade, o especialista de Londrina conta que não há problemas em fazer alongamentos por 90 segundos, 120 segundos, mas para quem vai praticar.

Alongamento: antes ou depois?

Parte de uma estratégia de qualidade de vida saudável, o alongamento não precisa ser deixado de lado, mas “ele não pode ser feito pré-atividade física”, alerta o especialista em Biomecânica da USP, que explica que há diversos estudos que mostram que, quando um alongamento muito intenso é feito antes do exercício, perde-se a capacidade de gerar força, o que pode ser complicado para quem precisa dela para controlar choque mecânico. “Um atleta que vai correr precisa da força dos músculos para evitar traumas articulares. Se ele fadiga o músculo com um alongamento intenso, fica mais vulnerável”, diz Serrão.

A flexibilidade ajuda na postura e na irrigação sanguínea, levando oxigênio às fibras musculares e diminuindo os produtos tóxicos. Por desenvolver essa capacidade, o alongamento é sempre bem-vindo, exceto em pessoas que estejam com alguma inflamação aguda. “Mas não há relação entre lesão e alongamento. Nem antes, nem depois, ele não previne lesões e nem a dor tardia. Não há evidência experimental que suporte essa relação. Dizer que vai alongar pra não ficar dolorido é ato de fé”, critica Serrão, que afirma que se o atleta se esforçou muito na atividade física, ao fazer um alongamento intenso pós-exercício vai forçar ainda o organismo, podendo colaborar com o surgimento de algum dano.

Não é apenas o alongamento que previne lesões, segundo Achour. Além disso, é importante destacar que aquecimento não é apenas alongamento, mas sim o alongamento praticado junto da atividade cardiorrespiratória. Assim, um atleta que tiver dificuldades pra se alongar pode, segundo o especialista de Londrina, fazer uma atividade aeróbia prévia para sentir as mudanças.

“Ao menos uma vez por semana, quem não tiver muita flexibilidade, pode fazer um treino um pouco maior em alongamento, mas o profissional de Educação Física deve, antes de prescrever esse treino, verificar todas as articulações antes”, diz Achour, que dá cursos e palestras sobre o tema.

Por Jornalismo Portal EF

Gel de carboidrato: consumo auxilia desempenho durante treinos e provas

|Postado por: Pedro Henrique| 

Disponível em sachê ou pó e em diversos sabores, nutricionista e treinador dão dicas.

Você acorda bem cedo, coloca a roupa apropriada, toma café da manhã e vai para a rua fazer o que mais gosta: correr, nadar ou pedalar. Seja em longões ou em provas, sabe que é importante se hidratar corretamente e ingerir carboidratos, substâncias fundamentais para o funcionamento do corpo, principalmente quando se fala em desempenho. É por conta dessa necessidade que existe o gel de carboidrato, energético disponível em sachê ou pó, recomendado pela praticidade e eficiência durante o esporte que, além de tudo, proporciona recuperação adequada dos músculos.

RECOMENDAÇÕES
Segundo a nutricionista Cristiane Perroni, especialita do EU ATLETA, os géis possuem concentrações variadas de carboidratos, vitaminas e minerais, e só têm efeito positivo se a dieta do atleta estiver equilibrada.

- Em atividades de até uma hora, beba somente água. Acima de uma hora ou em exercícios de alta intensidade, é aconselhável a ingestão de bebida isotônica e do gel de carboidratos.

Para quem ainda não está familiarizado com o uso do gel, o treinador Manuel Lago dá a dica.

- O ideal é consumir a cada 40 ou 45 minutos de treino/prova, sempre com a presença de água.

É importante beber água junto com o consumo do gel. Por ser concentrado, ele necessita de líquido para ser processado facilmente pelo organismo. Além disso, consumir o gel e não tomar água depois deixa um gosto forte na boca, difícil de tirar.

SABORES
Disponíveis em sabores como chocolate, açaí, laranja, frutas vermelhas, baunilha, limão e banana, os géis provocam discussão quanto ao sabor.

- Experimentei um de açaí que caiu bem, e outro de chocolate que acabou com a minha prova de vez, estava longe do posto de hidratação e fiquei mal, com mais sede. Aprendi à força a testar sempre nos treinos os produtos que eu pretendo usar nas provas. É bom pra sentir desde o gosto (alguns enjoam muito fácil) até o resultado em si – afirmou o corredor carioca Thiago Simão.

COMPOSIÇÃO
Os géis existentes no mercado prediletos dos atletas têm na concentração cafeína (que reduz a percepção de esforço, pois modifica o limiar da dor), histidina (um analgésico natural que neutraliza o acúmulo de ácido lático nos músculos), maltodextrina (carboidratos complexos que garantem energia duradoura durante a prática), além das vitaminas C e E, que oferecem defesa contra os estragos nos tecidos musculares pelos radicais livres, atuando contra o envelhecimento precoce.

O corredor Anderson Dutra Cerceau alerta para a quantidade de açúcar e calorias de um sachê.

- Gel é basicamente melado de açúcar e cada saquinho tem em torno de 100 kcal. Se você tomar isto durante os treinos, significa que quase metade da energia que você gastou estará recuperando. Se a intenção for emagrecer, gel é veneno.

Moradora de Belo Horizonte, Joana Ferreira Ahouagi reforça a importância do acompanhamento de um especialista.

- Tenho uma nutricionista especializada em nutrição esportiva, que me orienta nos prés e pós provas, e em todo o processo de treinamento e fortalecimento muscular.

CONTRA-INDICAÇÕES E EFEITOS COLATERAIS

A Anvisa registra este tipo de produto como alimento para atletas, não sendo recomendado para os que se exercitam por lazer ou estética. Segundo Cristiane Perroni, o produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico, para prevenir danos à saúde. Existe a possibilidade do nível de produção de insulina aumentar, ocasionando um quadro de hipoglicemia, como efeito rebote. Em doses muito altas, os carboidratos podem causar diarreia, náuseas e vômitos. Diabéticos também devem ser orientados por seus médicos antes de consumir esse tipo de alimento.

*Antes de qualquer mudança na sua alimentação, consulte um nutricionista.

Matéria publicada em portal EU Atleta

Proteína pode explicar porque algumas pessoas queimam menos gordura do que as outras

|Postado por: Pedro Henrique| 

Pesquisa feita com camundongos descobriu que carência da proteína p62 prejudica a atividade da "gordura boa" e torna os roedores obesos.

A equação para perder peso é simples: basta gastar mais calorias do que se consome. Algumas vezes, no entanto, a prática de exercícios parece não surtir efeitos na queima de calorias. Diante disso, pesquisadores da Alemanha desenvolveram um estudo para entender por que esse 'defeito' ocorre no organismo de algumas pessoas — e as conclusões apontaram para um culpado: a falta de uma proteína chamada p62. Segundo os cientistas, a carência dessa substância no tecido adiposo afeta o equilíbrio do metabolismo, fazendo com que o nosso corpo passe a armazenar mais gordura e a queimá-la menos do que o normal. A descoberta, eles acreditam, pode abrir caminho para novos tratamentos contra a obesidade.

A pesquisa, feita na Universidade Técnica de Munique e publicada nesta semana no periódico The Journal of Clinical Investigation, é a continuação de um estudo feito anteriormente pela mesma equipe de especialistas, coordenada por Jorge Moscat. Nesse primeiro trabalho, o grupo fez com que camundongos de laboratório não apresentassem nenhuma quantidade da proteína p62 e, como resultado disso, todos os animais passaram a ser obesos, a sofrer de síndrome metabólica e diabetes. Além disso, em comparação com camundongos que apresentavam a proteína, gastavam menos calorias e eram mais pesados.

Os pesquisadores, então, realizaram uma nova pesquisa para buscar entender o motivo pelo qual a falta dessa proteína desencadeava a obesidade. Para isso, eles fizeram com que os camundongos apresentassem falta da proteína p62 em diferentes órgãos. Um dos animais, por exemplo, somente carecia da substância no fígado; outro no músculo; e assim por diante. Os resultados indicaram que a falta da proteína somente causa obesidade caso ocorra no tecido adiposo.

Função — A partir dessa descoberta, então, a equipe passou a estudar apenas roedores que não possuíam a proteína no tecido adiposo. Os pesquisadores descobriram que a proteína p62 é responsável por regular o gasto de energia pelo metabolismo, já que ela controla a atividade do tecido adiposo marrom, também conhecido como a 'gordura boa'.

O tecido adiposo de uma pessoa é constituído por dois tipos de gordura: a branca e a marrom — esta última, por liberar energia excedente do corpo, e não acumulá-la, é considerada uma possível aliada contra obesidade e outras doenças relacionadas ao problema. A falta da proteína p62, portanto, desregula a atividade desse tecido e faz com que mais gordura seja acumulada e menos, liberada.

Para os autores da pesquisa, esses resultados são animadores pois, segundo eles, o tecido de gordura é "muito mais acessível" do que o de outras partes do corpo, o que torna a proteína p62 um possível alvo para novas terapias contra a obesidade.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: p62 Links β-adrenergic input to mitochondrial function and thermogenesis

Matéria publicada em portal Revista Veja São Paulo

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Vídeo - Campanha Agitando o Natal

Nós do Edfisicaalagoas contamos com a sua colaboração.

Leia o texto que encontra-se no vídeo e reflita.

Ajudar o próximo é o melhor presente ;)



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Campanha: Agitando o Natal

Nós do Blog EdfisicaAlagoas, gostariamo de pedir a ajuda de vocês.

Como no dia das Crianças, arrecadamos muitos brinquedos, roupas e algumas guloseimas, agora para o natal estamos visando a família. Se você tem alguma roupa que não use mais, separe e entre em contato com a nossa equipe, iremos buscar a doação (desde que seja em Maceió).

O melhor presente de natal é ajudar o próximo.

Vamos plantar a paz. ;)

Consumir BCAA aumenta resistência e reduz fadiga na corrida

|Postado por: Pedro Henrique|

Os aminoácidos participam da atividade dos músculos e do transporte de oxigênio por todo o organismo, funções relacionadas a exercícios de longa duração, como a corrida.


Os aminoácidos são a menor unidade na constituição da proteína, sendo fundamentais na construção das células e tecidos do corpo. Também são responsáveis pela formação dos anticorpos que combatem infecções causadas por bactérias e vírus, além de participarem da atividade dos músculos e do transporte de oxigênio por todo o organismo, funções estritamente relacionadas a exercícios de intensidade moderada/alta e longa duração, como a corrida. Dentre eles, os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAA (branched chain amino acids), têm sido apontados como importantes aliados dos atletas no que diz respeito ao aumento da resistência e redução da fadiga durante a prática, principalmente em se tratando de provas mais longas, como a maratona.

"Existe uma grande quantidade de evidências, baseadas em trabalhos desenvolvidos por diferentes e respeitados centros de pesquisa em todo mundo, que apontam os benefícios do consumo de BCAA antes e durante a atividade física de longa duração", afirma o nutricionista Reinaldo Tubarão Bassit, doutor em Ciências pelo Laboratório de Metabolismo do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e diretor da assessoria Total Nutrition Sports & Fitness.

Os BCAA são compostos por três aminoácidos - leucina, isoleucina e valina, considerados essenciais por não serem metabolizados pelo organismo, de modo que só podem ser fornecidos pelo consumo de alimentos ricos em proteína, como carnes e leguminosas como a soja e o feijão. Bassit explica que eles atuam como importante fonte energética para o músculo durante períodos de estresse metabólico, como no caso de uma maratona. "Durante uma corrida de longa duração, se o atleta não tiver consumido uma boa quantidade de carboidratos antes da prova, o nível de glicogênio tende a cair por conta do desgaste físico e o organismo então passa a utilizar os aminoácidos para gerar energia".

A utilização dos BCAA pelo organismo para gerar energia, porém, faz com que a concentração desses aminoácidos na corrente sanguínea diminua, comprometendo a manutenção do sistema imunológico. Por isso, sugere Bassit, além do consumo regular, a suplementação de BCAA antes e durante a corrida é importante para manter esse aporte.

Essa suplementação, segundo o nutricionista, também teria efeito na prevenção da fadiga do sistema nervoso central (SNC), que é muito comum em corridas de longa duração e tem como característica a perda súbita de desempenho, ocasionada pelo comprometimento dos estoques energéticos em decorrência do esforço intenso e prolongado. Bassit cita estudos que vêm associando essa fadiga a um aumento de serotonina, neurotransmissor sintetizado no SNC e responsável pela regulação do humor, apetite, sono, contração muscular e algumas funções cognitivas. "A suplementação durante a prova contribui para manter o balanço BCAA/triptofano (aminoácido utilizado para produção de serotonina), uma vez que estes aminoácidos competem pelo mesmo sítio de entrada no sistema nervoso central. Assim, mantidas as concentrações plasmáticas de BCAA, mantém-se o fluxo adequado de triptofano para o sistema nervoso, evitando a fadiga", esclarece.

Dentre os benefícios relacionados à ingestão de BCAA, o nutricionista acrescenta ainda a diminuição da formação de ácido lático no organismo, o que contribui para a redução da fadiga física durante o exercício, além de prevenir lesões musculares. Bassit, no entanto, salienta que a suplementação desses aminoácidos deve ser feita com o acompanhamento de um especialista, dentro dos limites adequados de consumo, para que o atleta possa obter os benefícios sem sobrecarregar os rins e o fígado.

Matéria publicada no site Terra

Atividade física de lazer aumenta a expectativa de vida em até sete anos

|Postado por: Pedro Henrique|

Estudo feito em Harvard mostrou que caminhar no parque, passear de bicicleta e praticar algum esporte amador contribuem com a longevidade independentemente do peso de uma pessoa.


Praticar alguma atividade física nos momentos de lazer, como caminhar ou pedalar no parque, aumenta a expectativa de vida independentemente da intensidade do exercício ou do peso do indivíduo, concluíram pesquisadores da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Saúde (NIH, sigla em inglês) dos Estados Unidos. Em uma nova pesquisa, eles mostraram que unir momentos de folga a exercícios físicos pode acrescentar até sete anos na longevidade de uma pessoa.

Embora uma grande quantidade de pesquisas científicas já tenham comprovado os vários de benefícios da prática de atividade física, inclusive em relação à redução do risco de mortes prematuras, nenhum estudo havia estabelecido quantos anos cada tipo de exercício feito nos momentos de lazer pode acrescentar à vida de uma pessoa, tanto em relação aos indivíduos de peso normal quanto aos obesos. Foi o que fizeram os pesquisadores americanos. Os resultados desse trabalho foram divulgados nesta terça-feira na revista PLoS Medicine.

Os autores levantaram dados de seis estudos diferentes sobre atividades de lazer que, ao todo, envolveram mais de 650.000 participantes de 21 a 90 anos, sendo a maioria acima dos 40 anos de idade. São consideradas atividades físicas de lazer aqueles exercícios cuja prática não é obrigatória e nem tem data e horário certo para acontecer. São atividades como esportes amadores, caminhadas ou corridas ao ar livre e um passeio de bicicleta, por exemplo.

Caminhada rápida — De acordo com I-Min Lee, epidemiologista do Hospital Brighan and Women da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, o nível mínimo de atividade física que é necessário para aumentar a longevidade é o acréscimo de 75 minutos de caminhada rápida (ou outra atividade moderada) por semana. Essa atividade, em comparação com não praticar nenhuma atividade, acrescenta 1,8 ano na expectativa de vida de uma pessoa acima dos 40 anos de idade, segundo a pesquisa. Os resultados ainda mostraram que esse mesmo exercício, se realizado 150 minutos por semana, que são os níveis recomendados pelas autoridades de saúde, eleva em 3,4 anos a longevidade de uma pessoa. Se praticado durante 450 minutos semanais, esse aumento chega a 4,5 anos.

“Essa associação foi encontrada entre homens e mulheres e tanto entre indivíduos de peso normal quanto entre aqueles com sobrepeso ou obesidade”, disse Lee. No entanto, quando os pesquisadores compararam indivíduos com obesidade severa (índice de massa corporal maior do que 35) que eram sedentários a pessoas de peso normal que cumpriam 150 minutos de caminhada rápida por semana, o aumento da expectativa de vida foi de 7,2 anos. A obesidade, portanto, foi relacionada a um menor aumento da expectativa de vida — o que não significa que os exercícios físicos não aumentem a longevidade de pessoas acima do peso.

"Nossos resultados destacam a importante contribuição que as atividades de lazer têm, especialmente entre adultos", diz Steven Moore, um dos autores do estudo. "O exercício físico regular prolongou a vida de todas as pessoas que foram examinadas em nosso estudo, independentemente do peso.” 

Matéria publicada no site Veja

Intercalar a corrida com natação e hidroginástica estimula seu corpo

|Postado por: Pedro Henrique| 

Especialista em hidroterapia diz que os exercícios e atividades devem ser variadas, dando estímulos e sobrecargas diferentes às articulações.


Você é corredor de fim de semana ou é corredor habitual? A corrida é um esporte democrático, pois todos podem correr, inscrever-se em provas curtas (5km ou 10km), meias maratonas ou maratonas completas. O problema é que nem sempre estão capacitados.

O recomendável é intercalar as atividades de corrida em pisos com distintas irregularidades e níveis de rigidez ao impacto, como areia, grama, em vez de só correr no asfalto. Por sua vez, a corrida na água é um trabalho muito intenso e com menos impacto. Nadar ou fazer hidroginástica são atividades que devem ser intercaladas com a corrida no solo. Deste modo, nós exercitamos de uma maneira diferenciada, dando estímulos e sobrecargas diferentes às articulações e à musculatura global.

Os exercícios e atividades devem ser variadas quanto ao trabalho corporal global - novos estímulos exercitam o corpo e a mente, criando novos eneagramas mentais, ou seja, novas estratégias.

O corredor de final de semana está mais fadado a ter lesões, devido à fadiga periférica, maior quantidade de acido lático na musculatura e à fadiga central, ou seja, cárdio-respiratória, por estar menos condicionado por não ter um tratamento continuo.

Para estes atletas, são recomendáveis os diferentes relaxamentos na água. Uma alternativa são os relaxamentos aquáticos passivos, dos quais o mais conhecido é o Watsu. Nestes, o paciente fica nos braços do fisioterapeuta, é embalado como um bebê e são realizadas movimentos passivos de alongamento, mobilização articular e neural, massagens, manipulações de shiatsu. Outro método de relaxamento.

Outra alternativa é o relaxamento aquático ativo, cujo exemplo mais conhecido é o Ai Chi. Compreende movimentos lentos, amplos, suaves, de equilíbrio e alongamento coordenados com a respiração.

Após a corrida, a musculatura está tensa e impregnada de ácido lático. É necessário relaxá-la, distendê-la. A água é o melhor remédio. No âmbito da Hidroterapia, além dos relaxamentos, dispomos de vários.

Os atletas de fim de semana e atletas ocasionais que resolvem participar de uma corrida sem nenhum ou pouco preparo estão sujeitos à fadiga extrema periférica e/ou central, resultando em lesões articulares, musculares e até mesmo cardio-vasculares.

A natação relaxante e o caminhar dentro d’água também são recomendáveis para soltar a musculatura, principalmente para os atletas mais condicionados.

A água, ou seja, a hidroterapia e as diversas atividades aquáticas são versáteis, podendo tanto ser utilizadas para estimular como para relaxar a musculatura. No pós-corrida, após um estresse intenso, a água é um valioso coadjuvante no relaxamento.


Matéria publicada no site Globo Esporte

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Ação do Dia das Crianças - Parte 1

Hoje a equipe EdfisicaAlagoas se fez presente hoje (10/10/12) no Hospital dos Usineiros  (Maceió - AL) junto com o  pessoal do Instituto Arthur Amorim, que trabalham com crianças com Câncer. Para conhecer melhor o trabalho deles clique aqui.



































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