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O Sorriso da Páscoa

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Campanha "O Sorriso da Páscoa", iremos distribuir chocolates (caixas ou ovos), creme dental e escova de dente.

O dia será de brincadeiras, com caça ao ovo, oficinas, além de contar com a participação de profissionais onde eles irão explicar a parte de educação nutricional e dentária.


Contamos com a sua colaboração.
Para maiores informações:
Pedro: 9915-4207 (Tim) 8810-8294 (Oi)
Guto: 8829-1035 (Oi)
Bambam: 9146-2171 (Claro)
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Cãibras: é possível evitá-las?

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|Postado por: Pedro Henrique|


Um fenômeno que atinge entre 30 e 50% dos esportistas e praticantes ocasionais de atividades físicas, a cãibra é uma contração muscular involuntária e que causa dor.

Em boa parte dos casos, ela ocorre em decorrência do exercício e impede o indivíduo de continuar na atividade. Quem já não assistiu a um jogador de futebol cair no chão durante uma partida, por exemplo? Sim, a cãibra ocorre até mesmo em atletas profissionais, cuja condição física é bem acima da média.

Mas afinal, é possível evitá-las? Para responder a essa pergunta, é preciso antes entender melhor a cãibra.

Onde ela é mais frequente?

A região mais atingida pelas cãibras é a das panturrilhas, seguidas pelos pés e pelos músculos posteriores da coxa.

Qual a sua causa?

É comum atribuir o fenômeno à desidratação e/ou perda de eletrólitos (sódio, potássio, etc.). Não há, porém, comprovação científica disso. Estudos indicam que o histórico familiar, episódios anteriores de cãibra, aumento da intensidade ou duração do exercício ou condicionamento inadequado para praticar a atividade estão associados à ocorrência das cãibras. Apesar de não haver evidências acerca da desidratação e perda de eletrólitos, esse quadro provavelmente aumenta o risco. Muitos maratonistas e triatletas, por exemplo, sofrem o problema no terço final das provas, justamente quando já perderam muita água e minerais através do suor.

Como preveni-las?

Uma revisão publicada em janeiro de 2013 no Exercise and Sports Sciences Reviews, mostra que o principal mecanismo desencadeador da cãibra é a fadiga. Então o melhor “remédio” para preveni-la encontra-se em:

- Estar bem preparado para realizar suas atividades físicas;

- Evitar entrar em exaustão, um quadro que eleva consideravelmente a chance de desenvolver cãibras.

Parece bem fácil evitá-las, certo? Portanto, procure orientação profissional para evitar exageros durante os exercícios. É a melhor forma de escapar do quadro.



Fonte: MINETTO, M.A., A. HOLOBAR, A. BOTTER, and D. FARINA. Origin and development of muscle cramps. Exerc. Sport Sci.Rev., Vol. 41, No. 1, pp. 3Y10, 2013.

Por Renato Dutra

Matéria publicada no Portal Veja
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Alongamento: vilão com cara de mocinho?

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|Postado por: Pedro Henrique| 


Especialistas contestam os benefícios do alongamento pré-atividade física.



“A maioria das pessoas acha que o alongamento resolve os problemas da humanidade”, diz Julio Serrão, coordenador do laboratório de Biomecânica da escola de Educação Física da Universidade de São Paulo (USP). Propagada há muito tempo como protetora de lesões, o alongamento foi preconizado a muitos atletas para antes e depois das atividades físicas – teoria que caiu por terra depois que alguns estudos mostraram que não é bem assim.

De acordo com o especialista em flexibilidade Abdallah Achour (http://www.flexibilidade.com.br/), de Londrina (PR), há dois tipos de alongamento: o estático, que vai até uma determinada posição, permanece alguns segundos e retorna à posição original; e o dinâmico, no qual se vai para a posição de alongamento lentamente e, sem parar, retorna lentamente. “Também pode-se acoplar os dois métodos, começando estático, permanecendo pouco tempo e dando continuidade no dinâmico”, ensina.

Segundo Serrão, o alongamento é um tipo de exercício que ajuda a flexibilidade, uma capacidade importante dos seres humanos, mas contesta que a discussão sobre seu uso para melhorar o desempenho ou a dor tardia não são verdades. “Na rotina de treinamento, quando o atleta quer ganhar flexibilidade, o alongamento pode ser usado, mas é importante destacar que outras práticas esportivas também levam ao ganho de flexibilidade, como o trabalho de força, com exercícios de amplitude de movimento”, explica.

“Há mais de 100 estudos apontando que, antes do esporte, o alongamento reduz até 5% da força e da velocidade máximas, mas esses estudos colocam um tempo exorbitante no alongamento. Se alguém ficar um minuto e meio, dois minutos num alongamento, vai mesmo perder força e velocidade, mas na prática ninguém faz isso. As pessoas ficam, no máximo, 10, 20 segundos”, contesta Achour. Para a saúde, para adquirir flexibilidade, o especialista de Londrina conta que não há problemas em fazer alongamentos por 90 segundos, 120 segundos, mas para quem vai praticar.

Alongamento: antes ou depois?

Parte de uma estratégia de qualidade de vida saudável, o alongamento não precisa ser deixado de lado, mas “ele não pode ser feito pré-atividade física”, alerta o especialista em Biomecânica da USP, que explica que há diversos estudos que mostram que, quando um alongamento muito intenso é feito antes do exercício, perde-se a capacidade de gerar força, o que pode ser complicado para quem precisa dela para controlar choque mecânico. “Um atleta que vai correr precisa da força dos músculos para evitar traumas articulares. Se ele fadiga o músculo com um alongamento intenso, fica mais vulnerável”, diz Serrão.

A flexibilidade ajuda na postura e na irrigação sanguínea, levando oxigênio às fibras musculares e diminuindo os produtos tóxicos. Por desenvolver essa capacidade, o alongamento é sempre bem-vindo, exceto em pessoas que estejam com alguma inflamação aguda. “Mas não há relação entre lesão e alongamento. Nem antes, nem depois, ele não previne lesões e nem a dor tardia. Não há evidência experimental que suporte essa relação. Dizer que vai alongar pra não ficar dolorido é ato de fé”, critica Serrão, que afirma que se o atleta se esforçou muito na atividade física, ao fazer um alongamento intenso pós-exercício vai forçar ainda o organismo, podendo colaborar com o surgimento de algum dano.

Não é apenas o alongamento que previne lesões, segundo Achour. Além disso, é importante destacar que aquecimento não é apenas alongamento, mas sim o alongamento praticado junto da atividade cardiorrespiratória. Assim, um atleta que tiver dificuldades pra se alongar pode, segundo o especialista de Londrina, fazer uma atividade aeróbia prévia para sentir as mudanças.

“Ao menos uma vez por semana, quem não tiver muita flexibilidade, pode fazer um treino um pouco maior em alongamento, mas o profissional de Educação Física deve, antes de prescrever esse treino, verificar todas as articulações antes”, diz Achour, que dá cursos e palestras sobre o tema.

Por Jornalismo Portal EF
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Gel de carboidrato: consumo auxilia desempenho durante treinos e provas

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|Postado por: Pedro Henrique| 

Disponível em sachê ou pó e em diversos sabores, nutricionista e treinador dão dicas.

Você acorda bem cedo, coloca a roupa apropriada, toma café da manhã e vai para a rua fazer o que mais gosta: correr, nadar ou pedalar. Seja em longões ou em provas, sabe que é importante se hidratar corretamente e ingerir carboidratos, substâncias fundamentais para o funcionamento do corpo, principalmente quando se fala em desempenho. É por conta dessa necessidade que existe o gel de carboidrato, energético disponível em sachê ou pó, recomendado pela praticidade e eficiência durante o esporte que, além de tudo, proporciona recuperação adequada dos músculos.

RECOMENDAÇÕES
Segundo a nutricionista Cristiane Perroni, especialita do EU ATLETA, os géis possuem concentrações variadas de carboidratos, vitaminas e minerais, e só têm efeito positivo se a dieta do atleta estiver equilibrada.

- Em atividades de até uma hora, beba somente água. Acima de uma hora ou em exercícios de alta intensidade, é aconselhável a ingestão de bebida isotônica e do gel de carboidratos.

Para quem ainda não está familiarizado com o uso do gel, o treinador Manuel Lago dá a dica.

- O ideal é consumir a cada 40 ou 45 minutos de treino/prova, sempre com a presença de água.

É importante beber água junto com o consumo do gel. Por ser concentrado, ele necessita de líquido para ser processado facilmente pelo organismo. Além disso, consumir o gel e não tomar água depois deixa um gosto forte na boca, difícil de tirar.

SABORES
Disponíveis em sabores como chocolate, açaí, laranja, frutas vermelhas, baunilha, limão e banana, os géis provocam discussão quanto ao sabor.

- Experimentei um de açaí que caiu bem, e outro de chocolate que acabou com a minha prova de vez, estava longe do posto de hidratação e fiquei mal, com mais sede. Aprendi à força a testar sempre nos treinos os produtos que eu pretendo usar nas provas. É bom pra sentir desde o gosto (alguns enjoam muito fácil) até o resultado em si – afirmou o corredor carioca Thiago Simão.

COMPOSIÇÃO
Os géis existentes no mercado prediletos dos atletas têm na concentração cafeína (que reduz a percepção de esforço, pois modifica o limiar da dor), histidina (um analgésico natural que neutraliza o acúmulo de ácido lático nos músculos), maltodextrina (carboidratos complexos que garantem energia duradoura durante a prática), além das vitaminas C e E, que oferecem defesa contra os estragos nos tecidos musculares pelos radicais livres, atuando contra o envelhecimento precoce.

O corredor Anderson Dutra Cerceau alerta para a quantidade de açúcar e calorias de um sachê.

- Gel é basicamente melado de açúcar e cada saquinho tem em torno de 100 kcal. Se você tomar isto durante os treinos, significa que quase metade da energia que você gastou estará recuperando. Se a intenção for emagrecer, gel é veneno.

Moradora de Belo Horizonte, Joana Ferreira Ahouagi reforça a importância do acompanhamento de um especialista.

- Tenho uma nutricionista especializada em nutrição esportiva, que me orienta nos prés e pós provas, e em todo o processo de treinamento e fortalecimento muscular.

CONTRA-INDICAÇÕES E EFEITOS COLATERAIS

A Anvisa registra este tipo de produto como alimento para atletas, não sendo recomendado para os que se exercitam por lazer ou estética. Segundo Cristiane Perroni, o produto não substitui uma alimentação equilibrada e seu consumo deve ser orientado por nutricionista ou médico, para prevenir danos à saúde. Existe a possibilidade do nível de produção de insulina aumentar, ocasionando um quadro de hipoglicemia, como efeito rebote. Em doses muito altas, os carboidratos podem causar diarreia, náuseas e vômitos. Diabéticos também devem ser orientados por seus médicos antes de consumir esse tipo de alimento.

*Antes de qualquer mudança na sua alimentação, consulte um nutricionista.

Matéria publicada em portal EU Atleta
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Proteína pode explicar porque algumas pessoas queimam menos gordura do que as outras

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|Postado por: Pedro Henrique| 

Pesquisa feita com camundongos descobriu que carência da proteína p62 prejudica a atividade da "gordura boa" e torna os roedores obesos.

A equação para perder peso é simples: basta gastar mais calorias do que se consome. Algumas vezes, no entanto, a prática de exercícios parece não surtir efeitos na queima de calorias. Diante disso, pesquisadores da Alemanha desenvolveram um estudo para entender por que esse 'defeito' ocorre no organismo de algumas pessoas — e as conclusões apontaram para um culpado: a falta de uma proteína chamada p62. Segundo os cientistas, a carência dessa substância no tecido adiposo afeta o equilíbrio do metabolismo, fazendo com que o nosso corpo passe a armazenar mais gordura e a queimá-la menos do que o normal. A descoberta, eles acreditam, pode abrir caminho para novos tratamentos contra a obesidade.

A pesquisa, feita na Universidade Técnica de Munique e publicada nesta semana no periódico The Journal of Clinical Investigation, é a continuação de um estudo feito anteriormente pela mesma equipe de especialistas, coordenada por Jorge Moscat. Nesse primeiro trabalho, o grupo fez com que camundongos de laboratório não apresentassem nenhuma quantidade da proteína p62 e, como resultado disso, todos os animais passaram a ser obesos, a sofrer de síndrome metabólica e diabetes. Além disso, em comparação com camundongos que apresentavam a proteína, gastavam menos calorias e eram mais pesados.

Os pesquisadores, então, realizaram uma nova pesquisa para buscar entender o motivo pelo qual a falta dessa proteína desencadeava a obesidade. Para isso, eles fizeram com que os camundongos apresentassem falta da proteína p62 em diferentes órgãos. Um dos animais, por exemplo, somente carecia da substância no fígado; outro no músculo; e assim por diante. Os resultados indicaram que a falta da proteína somente causa obesidade caso ocorra no tecido adiposo.

Função — A partir dessa descoberta, então, a equipe passou a estudar apenas roedores que não possuíam a proteína no tecido adiposo. Os pesquisadores descobriram que a proteína p62 é responsável por regular o gasto de energia pelo metabolismo, já que ela controla a atividade do tecido adiposo marrom, também conhecido como a 'gordura boa'.

O tecido adiposo de uma pessoa é constituído por dois tipos de gordura: a branca e a marrom — esta última, por liberar energia excedente do corpo, e não acumulá-la, é considerada uma possível aliada contra obesidade e outras doenças relacionadas ao problema. A falta da proteína p62, portanto, desregula a atividade desse tecido e faz com que mais gordura seja acumulada e menos, liberada.

Para os autores da pesquisa, esses resultados são animadores pois, segundo eles, o tecido de gordura é "muito mais acessível" do que o de outras partes do corpo, o que torna a proteína p62 um possível alvo para novas terapias contra a obesidade.

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: p62 Links β-adrenergic input to mitochondrial function and thermogenesis

Matéria publicada em portal Revista Veja São Paulo
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Vídeo - Campanha Agitando o Natal

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Nós do Edfisicaalagoas contamos com a sua colaboração.

Leia o texto que encontra-se no vídeo e reflita.

Ajudar o próximo é o melhor presente ;)



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Campanha: Agitando o Natal

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Nós do Blog EdfisicaAlagoas, gostariamo de pedir a ajuda de vocês.

Como no dia das Crianças, arrecadamos muitos brinquedos, roupas e algumas guloseimas, agora para o natal estamos visando a família. Se você tem alguma roupa que não use mais, separe e entre em contato com a nossa equipe, iremos buscar a doação (desde que seja em Maceió).

O melhor presente de natal é ajudar o próximo.

Vamos plantar a paz. ;)

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Consumir BCAA aumenta resistência e reduz fadiga na corrida

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|Postado por: Pedro Henrique|

Os aminoácidos participam da atividade dos músculos e do transporte de oxigênio por todo o organismo, funções relacionadas a exercícios de longa duração, como a corrida.


Os aminoácidos são a menor unidade na constituição da proteína, sendo fundamentais na construção das células e tecidos do corpo. Também são responsáveis pela formação dos anticorpos que combatem infecções causadas por bactérias e vírus, além de participarem da atividade dos músculos e do transporte de oxigênio por todo o organismo, funções estritamente relacionadas a exercícios de intensidade moderada/alta e longa duração, como a corrida. Dentre eles, os aminoácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAA (branched chain amino acids), têm sido apontados como importantes aliados dos atletas no que diz respeito ao aumento da resistência e redução da fadiga durante a prática, principalmente em se tratando de provas mais longas, como a maratona.

"Existe uma grande quantidade de evidências, baseadas em trabalhos desenvolvidos por diferentes e respeitados centros de pesquisa em todo mundo, que apontam os benefícios do consumo de BCAA antes e durante a atividade física de longa duração", afirma o nutricionista Reinaldo Tubarão Bassit, doutor em Ciências pelo Laboratório de Metabolismo do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e diretor da assessoria Total Nutrition Sports & Fitness.

Os BCAA são compostos por três aminoácidos - leucina, isoleucina e valina, considerados essenciais por não serem metabolizados pelo organismo, de modo que só podem ser fornecidos pelo consumo de alimentos ricos em proteína, como carnes e leguminosas como a soja e o feijão. Bassit explica que eles atuam como importante fonte energética para o músculo durante períodos de estresse metabólico, como no caso de uma maratona. "Durante uma corrida de longa duração, se o atleta não tiver consumido uma boa quantidade de carboidratos antes da prova, o nível de glicogênio tende a cair por conta do desgaste físico e o organismo então passa a utilizar os aminoácidos para gerar energia".

A utilização dos BCAA pelo organismo para gerar energia, porém, faz com que a concentração desses aminoácidos na corrente sanguínea diminua, comprometendo a manutenção do sistema imunológico. Por isso, sugere Bassit, além do consumo regular, a suplementação de BCAA antes e durante a corrida é importante para manter esse aporte.

Essa suplementação, segundo o nutricionista, também teria efeito na prevenção da fadiga do sistema nervoso central (SNC), que é muito comum em corridas de longa duração e tem como característica a perda súbita de desempenho, ocasionada pelo comprometimento dos estoques energéticos em decorrência do esforço intenso e prolongado. Bassit cita estudos que vêm associando essa fadiga a um aumento de serotonina, neurotransmissor sintetizado no SNC e responsável pela regulação do humor, apetite, sono, contração muscular e algumas funções cognitivas. "A suplementação durante a prova contribui para manter o balanço BCAA/triptofano (aminoácido utilizado para produção de serotonina), uma vez que estes aminoácidos competem pelo mesmo sítio de entrada no sistema nervoso central. Assim, mantidas as concentrações plasmáticas de BCAA, mantém-se o fluxo adequado de triptofano para o sistema nervoso, evitando a fadiga", esclarece.

Dentre os benefícios relacionados à ingestão de BCAA, o nutricionista acrescenta ainda a diminuição da formação de ácido lático no organismo, o que contribui para a redução da fadiga física durante o exercício, além de prevenir lesões musculares. Bassit, no entanto, salienta que a suplementação desses aminoácidos deve ser feita com o acompanhamento de um especialista, dentro dos limites adequados de consumo, para que o atleta possa obter os benefícios sem sobrecarregar os rins e o fígado.

Matéria publicada no site Terra
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Atividade física de lazer aumenta a expectativa de vida em até sete anos

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|Postado por: Pedro Henrique|

Estudo feito em Harvard mostrou que caminhar no parque, passear de bicicleta e praticar algum esporte amador contribuem com a longevidade independentemente do peso de uma pessoa.


Praticar alguma atividade física nos momentos de lazer, como caminhar ou pedalar no parque, aumenta a expectativa de vida independentemente da intensidade do exercício ou do peso do indivíduo, concluíram pesquisadores da Universidade de Harvard e do Instituto Nacional de Saúde (NIH, sigla em inglês) dos Estados Unidos. Em uma nova pesquisa, eles mostraram que unir momentos de folga a exercícios físicos pode acrescentar até sete anos na longevidade de uma pessoa.

Embora uma grande quantidade de pesquisas científicas já tenham comprovado os vários de benefícios da prática de atividade física, inclusive em relação à redução do risco de mortes prematuras, nenhum estudo havia estabelecido quantos anos cada tipo de exercício feito nos momentos de lazer pode acrescentar à vida de uma pessoa, tanto em relação aos indivíduos de peso normal quanto aos obesos. Foi o que fizeram os pesquisadores americanos. Os resultados desse trabalho foram divulgados nesta terça-feira na revista PLoS Medicine.

Os autores levantaram dados de seis estudos diferentes sobre atividades de lazer que, ao todo, envolveram mais de 650.000 participantes de 21 a 90 anos, sendo a maioria acima dos 40 anos de idade. São consideradas atividades físicas de lazer aqueles exercícios cuja prática não é obrigatória e nem tem data e horário certo para acontecer. São atividades como esportes amadores, caminhadas ou corridas ao ar livre e um passeio de bicicleta, por exemplo.

Caminhada rápida — De acordo com I-Min Lee, epidemiologista do Hospital Brighan and Women da Universidade de Harvard e coordenadora do estudo, o nível mínimo de atividade física que é necessário para aumentar a longevidade é o acréscimo de 75 minutos de caminhada rápida (ou outra atividade moderada) por semana. Essa atividade, em comparação com não praticar nenhuma atividade, acrescenta 1,8 ano na expectativa de vida de uma pessoa acima dos 40 anos de idade, segundo a pesquisa. Os resultados ainda mostraram que esse mesmo exercício, se realizado 150 minutos por semana, que são os níveis recomendados pelas autoridades de saúde, eleva em 3,4 anos a longevidade de uma pessoa. Se praticado durante 450 minutos semanais, esse aumento chega a 4,5 anos.

“Essa associação foi encontrada entre homens e mulheres e tanto entre indivíduos de peso normal quanto entre aqueles com sobrepeso ou obesidade”, disse Lee. No entanto, quando os pesquisadores compararam indivíduos com obesidade severa (índice de massa corporal maior do que 35) que eram sedentários a pessoas de peso normal que cumpriam 150 minutos de caminhada rápida por semana, o aumento da expectativa de vida foi de 7,2 anos. A obesidade, portanto, foi relacionada a um menor aumento da expectativa de vida — o que não significa que os exercícios físicos não aumentem a longevidade de pessoas acima do peso.

"Nossos resultados destacam a importante contribuição que as atividades de lazer têm, especialmente entre adultos", diz Steven Moore, um dos autores do estudo. "O exercício físico regular prolongou a vida de todas as pessoas que foram examinadas em nosso estudo, independentemente do peso.” 

Matéria publicada no site Veja
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Intercalar a corrida com natação e hidroginástica estimula seu corpo

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|Postado por: Pedro Henrique| 

Especialista em hidroterapia diz que os exercícios e atividades devem ser variadas, dando estímulos e sobrecargas diferentes às articulações.


Você é corredor de fim de semana ou é corredor habitual? A corrida é um esporte democrático, pois todos podem correr, inscrever-se em provas curtas (5km ou 10km), meias maratonas ou maratonas completas. O problema é que nem sempre estão capacitados.

O recomendável é intercalar as atividades de corrida em pisos com distintas irregularidades e níveis de rigidez ao impacto, como areia, grama, em vez de só correr no asfalto. Por sua vez, a corrida na água é um trabalho muito intenso e com menos impacto. Nadar ou fazer hidroginástica são atividades que devem ser intercaladas com a corrida no solo. Deste modo, nós exercitamos de uma maneira diferenciada, dando estímulos e sobrecargas diferentes às articulações e à musculatura global.

Os exercícios e atividades devem ser variadas quanto ao trabalho corporal global - novos estímulos exercitam o corpo e a mente, criando novos eneagramas mentais, ou seja, novas estratégias.

O corredor de final de semana está mais fadado a ter lesões, devido à fadiga periférica, maior quantidade de acido lático na musculatura e à fadiga central, ou seja, cárdio-respiratória, por estar menos condicionado por não ter um tratamento continuo.

Para estes atletas, são recomendáveis os diferentes relaxamentos na água. Uma alternativa são os relaxamentos aquáticos passivos, dos quais o mais conhecido é o Watsu. Nestes, o paciente fica nos braços do fisioterapeuta, é embalado como um bebê e são realizadas movimentos passivos de alongamento, mobilização articular e neural, massagens, manipulações de shiatsu. Outro método de relaxamento.

Outra alternativa é o relaxamento aquático ativo, cujo exemplo mais conhecido é o Ai Chi. Compreende movimentos lentos, amplos, suaves, de equilíbrio e alongamento coordenados com a respiração.

Após a corrida, a musculatura está tensa e impregnada de ácido lático. É necessário relaxá-la, distendê-la. A água é o melhor remédio. No âmbito da Hidroterapia, além dos relaxamentos, dispomos de vários.

Os atletas de fim de semana e atletas ocasionais que resolvem participar de uma corrida sem nenhum ou pouco preparo estão sujeitos à fadiga extrema periférica e/ou central, resultando em lesões articulares, musculares e até mesmo cardio-vasculares.

A natação relaxante e o caminhar dentro d’água também são recomendáveis para soltar a musculatura, principalmente para os atletas mais condicionados.

A água, ou seja, a hidroterapia e as diversas atividades aquáticas são versáteis, podendo tanto ser utilizadas para estimular como para relaxar a musculatura. No pós-corrida, após um estresse intenso, a água é um valioso coadjuvante no relaxamento.


Matéria publicada no site Globo Esporte
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Ação do Dia das Crianças - Parte 1

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Hoje a equipe EdfisicaAlagoas se fez presente hoje (10/10/12) no Hospital dos Usineiros  (Maceió - AL) junto com o  pessoal do Instituto Arthur Amorim, que trabalham com crianças com Câncer. Para conhecer melhor o trabalho deles clique aqui.



































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9º RECREMIX

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|Postado por: Pedro Henrique|

A empresa Sol Lazer traz para Maceió o 9º RECREMIX, o maior evento de Recreação do Brasil.

Com o curso de Recreação na Escola e Hotel.

O evento será realizado no Sesc - Poço, nos dias 01 e 02 de Dezembro.

Não fique de fora, monte seu grupo e ganhe descontos especiais.

Para Maiores informações:
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Dieta de um Atleta - Audio

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|Postado por: Pedro Henrique|

 Matéria super interessante... várias pessoas tomam suplementação sem o acompanhamento de um nutricionista, chega um certo momento da vida que não tem mais disposição para fazer atividade física com uma certa regularidade e continua comendo como fosse um atleta.

Confiram a matéria.



É evidente que um atleta tem um estilo de vida diferente de uma pessoa comum. Para o preparo físico desejado é necessario uma meta de exercícios que exigem muita determinação.
A dieta entra na história como a fonte de energia que sustenta o corpo. E que dieta! Há atletas que comem 10 ovos, pães, massas, copos de suco natural, vitaminas em uma única refeição! O mais incrível é que eles não engordam.
Mas, segundo o nutricionista Ricardo Vargas, ser um atleta nem sempre é sinônimo de saúde.
Como assim? A saída é ficar sedentário então?

Ouça o “Bem Nutrido”


Fonte: Novotempo.com
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Curso de Atletismo

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|Postado por: Pedro Henrique|

I.       CURSO BÁSICO DE TREINAMENTO EM ATLETISMO
                                     

            Comunica-se a realização do CURSO BÁSICO DE TREINAMENTOEM ATLETISMO, a ser realizado no AUDITÓRIO do ESTÁDIO REI PELÉ, de acordo com as orientações abaixo:

1.1      Data: dia 21 a 25 de Agosto de 2012 – Programação a definir.
1.2      Local: A SER DEFINIDO e enviado posteriormente;
1.3      Inscrições: até o dia 15 de Agosto ou até completar o nº máximo de inscritos;
1.4      Locais de Inscrição: 1. FAAt (Estádio Rei Pelé) – Segunda, Quarta e Sexta – 8h as 12hs;
                                                              2. Por e-mail - atletismoalagoano@gmail.com
1.5      Ministrantes:    Prof. KIYOSHI TAKAHASHI – FPA/CBAt – São Paulo
                              Prof. JALLYSSON JADER – FEPA/CBAt - Pernambuco


OBS: CONFIRMAR A INSCRIÇÃO O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL (100 vagas).

II.         Condições para a formalização da participação no CURSO DE ATLETISMO e Certificação:
2.1   Preenchimento completo ficha (com documentação solicitada), entregue dentro do prazo;
2.2   Documentação solicitada: Cópia do CPF e RG – CREF (caso) - 1 foto 3x4.
2.2   Ser professor ou aluno de Educação Física;
2.3   1 (uma) RESMA de papel A4.

Prof. Walter Calheiros
           Presidente da FAAt


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